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Artigos científicos

Santos-Silva, D. (Aceite para publicação). Paradigmatic innovation in European cultural journalism: the pursuit of sustainability. The Journal of Media Innovations.

Mañas-Viniegra, L.; Santos-Silva, D.; Liberal-Ormaechea, S. (aceite para publicação, 2020). “The visual-digital identity of corporate brands: A study of neuromarketing in young people from Spain and Portugal”. Trípodos (49). Indexada à Scopus

Mañas-Viniegra, L.; Santos-Silva, D.; González-Villa, I. (2020). El propósito corporativo en las memorias de las empresas cotizadas españolas y portuguesas. Revista Prisma Social (29) pp. 1-24. Indexada à Scopus

Santos-Silva, D. (2019). Digitally Empowered: News Patterns of Sources and Expertise in Cultural Journalism and Criticism. Journalism Practice 13 (5): 592-601. Publicação online: Agosto 2018. Indexada à SCOPUS.

Abstract

In January 2013, Peter Bradshaw, a film critic for The Guardian, said that Twitter users had become the favourite “critics” of the film industry. The implicit concern in this article on a subject dear to cultural journalism—“Would be criticism bankrupted when we are all ‘critics’ on the Web?”—became evident in the following years. It is pertinent, then, to explore the media answer not only to this subject but both to sourcing and expertise in general in the culture section. Did they embrace these new news sources (and which) that emerged in the digital environment, such as the reader, blogs or artists tweets? Assuming the first hypothesis, how did they include them in their editorial model, alongside with the “traditional” experts and sources? We conducted a content analysis to the culture section of an international media—The Guardian—between 2014 and 2016 (n = 992), identifying the role of what we would like to call digitally empowered sources and the presence of new “experts” in cultural criticism. We concluded that these digitally empowered sources play an important role in the overall editorial, business and engagement media’s strategy and are deeply engaged with a new digital feature: hypertextuality. New patterns of expertise also reflect an editorial positioning supported in an engagement strategy and in the recognition of the readers’ added value to content.KEYWORDS: Cultural journalismarts journalismcultural criticismdigital journalismexpertisenew sources

Santos-Silva, D. (2017). As bases do jornalismo intercultural em ambiente digital. Janus 2017 – Anuário de Relações Exteriores (18): 112-114.

Abstract

EM 2013, o modelo curricular para o ensino do jornalismo proposto pela UNESCO (2013) respondia aos vários desafios impostos por um novo ecossistema mediático e um jornalismo com múltiplas reconfigurações associadas intrin-secamente ao ambiente digital. Urgiam literacias especializadas, indispensáveis quer nas redacções quer nas salas de aula, face às questões emergen-tes da sociedade contemporânea. Um dos dez syllabi propostos pelo modelo curricular era dedicado precisamente ao jornalismo intercultural, ao lado de outras temáticas espe-cializadas e relevantes, como jornalismo de base de dados, sustentabilidade dos média ou jornalismo sobre ciência. Quase quatro anos depois, essa necessidade é ainda mais premente, tendo em consideração não só acontecimentos político-sociais globais, como, por exemplo, a crise migratória na Europa ou os atentados do Daesh, mas também a própria sociedade convergente e em rede, que nos põe continuamente em contacto com distintos discursos culturais.

Ponte, C.; Santos-Silva, D. (2017). Tornar público o conhecimento científico, comunicar a cidade pelo jornalismo cultural digital. Literacia, Media e Cidadania – Atas do 4.º Congresso Literacia, Media e Cidadania. (pp. 447-460). Porto, Portugal: Lasics.

Abstract

Este artigo apresenta uma reflexão sobre a génese da plataforma FCSH +Lisboa, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa – um espaço digital que valoriza a comunicação de conhecimento gerado pelas Ciências Sociais e Humanas sobre a cidade, dirigindo-se a cidadãos não académicos, lançado em novembro de 2016. Para essa reflexão, tomamos como enquadramento o debate recente sobre a importância da Universidade nas sociedades contemporâneas e a necessidade de rever e redesenhar o seu posicionamento social para que continue a ter relevância. É esse o conteúdo da obra editada por Barbie Zelizer (2011), onde encontramos inspiração. A partir desse enquadramento sobre a importância da Universidade nos dias de hoje, este artigo apresenta o processo de gestação e organização da plataforma digital, bem como alguns dos seus impactos nos primeiros meses de atividade. Para a ideia inicial tomar forma, foram fundamentais ferramentas do jornalismo cultural e das novas tecnologias digitais ligadas a meios locativos, que aqui se caracterizam. Com uma equipa editorial reduzida, o projeto tem contado com o envolvimento da comunidade académica (professores, investigadores e estudantes, da área de Comunicação). Uma secção do artigo ilustra, nomeadamente, como estudantes foram envolvidos na produção de conteúdos sobre Lisboa no Feminino no âmbito da Unidade Curricular de iniciação (Produção Jornalística), pesquisando a partir de documentação existente (no caso o Dossier Toponímia no Feminino, da revista Faces de Eva). Em ambiente de sala de aula e de partilha de ideias, identificaram-se os seus valores de noticiabilidade e foram sendo escritos e editados pequenos textos jornalísticos de divulgação que alimentaram a plataforma. O artigo conclui com uma reflexão sobre os desafios que este projeto tem levantado nas suas várias dimensões.

Silva, M.; Santos-Silva, D. (2014). Trends and transformations within cultural journalism: A case study of newsmagazine Visão. Observatorio 8 (4): 171-185. Indexada à Scopus, Scielo, Erihplus e Ebsco.

Abstract

In the last ten years, the configuration of cultural journalism, regarding editorial and business models, has undergone profound changes. Nowadays, it cannot be separable from the context of cultural and creative industries, which requires a redefinition and expansion of the field, reinforcing its complexity, broadness and heterogeneity (Rivera, 2003). The emergence of more consumer-driven formats within journalism broadly speaking (Fürsich, 2012) is thus transforming cultural journalism into a continuum between culture, lifestyle and consumption (Kristensen, 2010), challenging existing definitions of cultural journalism as a distinct journalistic object (Kristensen & From, 2012). In this article, we intended to verify whether the identified trends are present in the Portuguese press media environment, using a newsmagazine (Visão) and its supplement (Visão Sete) as a case study. Combining quantitative (content analysis) and qualitative methodological approaches (interviews and discourse analysis), we stated that while Visão Sete is the clear example of the contemporary approach to culture as a service and a consumer good related to lifestyle, the culture section of the newsmagazine conveys a classic (and somewhat reductive) approach to culture, primarily related to artistic manifestations – which lead us to infer that nowadays newspapers and magazines are still looking for its position regarding cultural journalism.

Santos-Silva, D. (2014). Aproveitamento das potencialidades dos dispositivos móveis pelas revistas impressas: um estudo de caso da aplicação da revista Visão para iPad. Prisma (24): 109-138. Indexada no DOAJ, WebQualis e RCAAP.

Abstract

O lançamento do iPad, no início de 2010, foi recebido com grande entusiasmo pelas revistas impressas presentes no mercado, que procuravam novas ferramentas para contar as suas estórias, sem perder a diferenciação estética e a experiência de leitura próprias das publicações físicas, e pelas editoras independentes, que procuravam lançar revistas exclusivamente digitais, sem os custos inerentes à produção e distribuição. Quatro anos depois, é essencial perceber de que forma as revistas impressas estão a explorar as potencialidades destes dispositivos móveis para estruturar as suas narrativas, através de um estudo de caso português: a revista Visão, pioneira em Portugal no lançamento da edição para iPad. Neste âmbito, é explorada a presença da interactividade, da multimedialidade e da hipertextualidade, recorrendo a uma análise de conteúdo que inclui todas as peças jornalísticas de doze edições, publicadas entre Outubro e Dezembro de 2013. O estudo conclui que estas ferramentas são subaproveitadas e que a edição para ipad ainda se assemelha, em quase todos os aspectos, à lógica linear e “impressa” da revista.

Santos-Silva, D. (2013). A cobertura da cultura nas capas das newsmagazines portuguesas: o caso da revista Visão (2000-2010). Atas do Ibercom 2013: III Congreso Internacional Ibercom, (pp. 3133-3139). Espanha: Ibercom

Abstract A presente comunicação está integrada no projecto de investigação do Centro de Investigação de Media e Jornalismo (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), intitulado “A Cultura na Primeira Página”, que visa proceder a um levantamento dos acontecimentos culturais destacados na primeira página dos principais jornais portugueses e de uma newsmagazine –a Visão –, cobrindo a primeira década do século XXI. Paralelamente, está a ser realizado um estudo em profundidade de cada uma das publicações analisadas, com recurso a metodologias qualitativas, tendo em vista caracterizar as transformações ocorridas do ponto de vista da cobertura jornalística da área cultural. São apresentados, neste contexto, os resultados preliminares do ano 2000 e uma primeira tentativa de comparação com o ano 2010, com o propósito de responder a uma pergunta norteadora da investigação: “Qual é a visão da cultura praticada nas capas da revista Visão?”. Por outro lado, dada a importância do suplemento cultural Visão 7 para a identidade cultural da revista, é feita uma primeira abordagem desta relação simbiótica

Baptista, C.; Santos Silva, D. (2013). Cultura na Primeira Página – Apocalípticos e Integrados. Atas do 8º SOPCOM Comunicação Global, Cultura e Tecnologia (pp. 699-703). Lisboa: SOPCOM.

Abstract Esta comunicação apresenta resultados do projecto de investigação “A Cultura na Primeira Página – um estudo dos jornais portugueses na primeira década do século XXI (2000-2010)” (PTDC/CCI-COM/122309/2010). Os dados recolhidos através da análise de conteúdo de todas as notícias sobre temas culturais publicadas na primeira página de seis publicações portuguesas, ao longo da primeira década do século XXI (2000-2010), nomeadamente Público, Diário de Notícias, Correio da Manhã, Jornal de Notícias, Expresso e Visão, apontam para uma mudança nas narrativas do jornalismo cultural. Entre outras, destacamos as seguintes: a redução do espaço e da visibilidade da cultura; o fim de muitos suplementos culturais especializados; um maior centramento nas notícias sobre música e cinema em detrimento das restantes artes; o alargamento das antigas editorias de cultura para espaços mais permeáveis a outros conteúdos, como histórias sobre personalidades, tendências de consumo e estilo de vida, viagens e lazer; a transformação dos suplementos dedicados à crítica especializada em roteiros orientadores do gosto e das formas de ocupação do tempo livre. A partir desta análise, iremos refletir, de forma “apocalíptica” e “integrada”, sobre os impactos destas alterações na qualidade do espaço público deliberativo e no papel do jornalismo enquanto campo de reforço e exercício de práticas cívicas de participação e escrutínio democrático (Faro: 2009). Procuraremos ainda traçar as distinções principais que continuam a marcar os enquadramentos dominantes da cultura realizados por jornais populares e por jornais de referência, definindo o jornalismo cultural como uma das últimas marcas. distintivas da imprensa de qualidade, num contexto marcado pelo esbatimento das fronteiras entre géneros jornalísticos, pela convergência dos meios tecnológicos e por novas formas de recepção e partilha dos conteúdos culturais. Concluímos que a forma como as publicações analisadas tratam os temas de cultura não significa o fim do jornalismo especializado nesta área mas obriga à sua redefinição conceptual, integrando as potencialidades do ambiente digital, a proliferação de meios de comunicação, profissionais ou não, dedicados à cultura e a sua relação com as indústrias culturais e criativas (Hartley: 2005; Hesmondhalgh: 2007; Flew: 2010).

Santos-Silva, D. (2012). The Future of Digital Magazine Publishing. Information Services and Use 31 (3-4): 301-310. DOI: 10.3233/ISU-2012-0661. Indexada na Scopus, ACM, EBSCO, UlrichsWeb.

Abstract

The publishing industry went through more structural changes in the past ten years than in the whole second half of XX century. In magazine publishing in particular, since the emergence of the first sites to complement the print edition in the 1990s to the release of iPad in 2010, these media have enjoyed numerous opportunities provided by new technologies, which, in turn, demanded the reinvention of editorial and business models. This article seeks to bring together some of the opportunities that digital magazines should embrace (or try) to be sustainable in the future and get the readers’ attention and loyalty.

Santos-Silva, D. (2011). Possibilidades políticas do jornalismo cultural digital na perspectiva da democracia deliberativa. Revista Estudos em Comunicação (9): 103-117. Indexada na Scopus (pós-publicação), Ebsco, UlrichsWeb, DOAJ e Latindex.

Abstract ACTUALMENTE, é fértil a discussão sobre as possibilidades políticas das novas tecnologias no contexto da democracia deliberativa, dividindo “apocalípticos” e “integrados”. Este artigo centra-se, por sua vez, no papel diferenciador e activo que uma especialidade do jornalismo pode ter em particular – o jornalismo cultural – dada a sua origem ético-política, dimensão que ainda permanece e que pode ser potenciada na era digital. As notícias são consideradas um elemento vital da democracia. Natalie Fenton (2010: 3) utiliza mesmo o termo “life-blood” para caracterizar esse papel. Ao informar o público segundo condições de verdade e imparcialidade, os jornalistas desempenham um serviço público. Embora as notícias sejam construções e, portanto, influenciadas por factores políticos, económicos e sociais que espelham o ambiente em que o jornalista trabalha, a verdade é que estas são ainda o meio privilegiado de comunicar com o público, fornecendo instrumentos para que este possa incorporar essa informação nos seus discursos. As democracias modernas necessitam, segundo Silveirinha (2010: 33), de uma “arena de participação política, onde as ideias, as alternativas, as opiniões e outras formas de discurso traduzam a actividade dos movimentos sociais e da sociedade civil, trazendo à discussão questões que tenham sido até este momento excluídas ou pelo menos marginalizadas”. O jornalismo digital poderá ter, nesse contexto, um papel bem mais activo do que o do jornalismo tradicional. No que respeita, então, às novas tecnologias, o debate centra-se em torno do seu papel: podem os novos media revitalizar a esfera pública ou, pelo contrário, contribuem apenas para acentuar a vertente económica e não democrática dos media? Este artigo centra-se, porém, numa especialidade do jornalismo, o cultural, cuja dimensão ético-política esteve intimamente relacionada com a sua origem, tentando responder a uma questão: dada a sua dimensão. ético-política, terá o jornalismo cultural na era digital condições para a revitalização do espaço público, tendo como referência o modelo da democracia deliberativa? Não se pretende tomar nenhuma posição radical, totalmente a favor daqueles que defendem fervorosamente o papel democrático dos novos media ou, por outro lado, a favor dos que responsabilizam as novas tecnologias pelo cenário negro da sociedade. Assume-se aqui a posição tomada por João Pissarra Esteves (2007: 34) que vê como irrealistas ambas as perspectivas referidas, “ao definirem cada uma delas de forma peremptória uma certa relação com a democracia: uma, a Internet como um instrumento democrático altamente idealizado, e a outra, na perspectiva contrária, as novas tecnologias como uma espécie de força demoníaca, capaz de destruir a cultura democrática”. Pretende-se, assim, explorar neste artigo as possibilidades políticas e sociais do jornalismo cultural digital, equacionando de que forma este poderá contribuir para a democracia actual, na perspectiva deliberativa.

Santos-Silva, D. (2009). Tendências do Jornalismo Cultural em Portugal. Atas do VI Congresso SOPCOM / VIII Lusocom, Lisboa.

Abstract Definir jornalismo cultural é uma tarefa complexa, dadas as variadas concepções existentes, em parte suportadas pela própria complexidade do termo cultura. Contribui também para esta dificuldade a coexistência de textos jornalísticos e exclusivamente literários ou ensaísticos nas páginas culturais “tradição que levou ao aparecimento do jornalismo literário”, a vasta gama de publicações onde “existe” jornalismo cultural, desde o suplemento de um diário a uma revista académica, e, por fim, as diferentes perspectivas de cultura que os media praticam (elite vs.massa, cultural especializada vs. cultural popular, tradição vs. modernidade, etc.).Hoje, a concepção de jornalismo cultural não é unânime nos media mundiais e portugueses. Algumas publicações optam por uma abordagem “clássica”; outras, por uma cultura de tendências e alargada aos produtos das indústrias culturais e criativas.Quais são, assim, as tendências do jornalismo cultural português? Este é o ponto de partida para esta comunicação, na qual pretendo, além de tentar fazer um mapeamento dos media culturais(secções e suplementos) em Portugal, enumerar as suas principais características e tendências a partir de breves estudos de caso.

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